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19/Mai Temática: A Pesquisa Brasil Nunca Mais: A Tortura, tomo V, vol. 1 do Projeto Brasil Nunca Mais. "...O quinto tomo se volta para o registro sobre a prática de torturas, a partir de uma abordagem introdutória acerca de sua natureza e história. São organizadas tabelas matematizando seu emprego nos inquéritos estudados, dependências onde ocorreram tor­turas e as diferentes modalidades registradas. Segue-se uma relação nominal de 1843 pessoas que prestaram depoimentos denunciando torturas e a sequência, individualizada, dos extratos de depoimentos prestados por cada um. Vários réus prestaram depoimentos em mais de um processo, reiterando as denúncias. Os relatos dos tortura­dos algumas vezes ficam no campo da generalidade ("sofreu coações") e outras vezes descem ao nível de impressionantes descrições, com nomes e patentes dos algozes...". Colaboração DHnet e Fernando Araújo.
18/Mai Kalinin: Discurso Pronunciado na Reunião Solene da XIV Sessão Plenária do Comitê Central do Komsomol da URSS. "...Esta distinção, a Ordem de Lênin, o Komsomol a mereceu pelos relevantes méritos adquiridos perante a Pátria nos anos da Grande Guerra Patriótica da União Soviética contra a Alemanha hitlerista e por seu intenso trabalho de educação da juventude soviética no espírito da fidelidade sem limites à Pátria. Ao outorgar ao Komsomol a mais alta distinção, o Governo quis acentuar os grandes méritos do Komsomol nos anos da épica luta pela Pátria, tanto nas diversas frentes da Guerra Patriótica como na retaguarda, nas fábricas e nos campos kolkhozianos...". Colaboração Fernando Araújo.
17/Mai Temática: A Pesquisa Brasil Nunca Mais: As Leis Repressivas (A Repressão Excedendo a Lei e a Estrutura Repressiva), tomo IV do Projeto Brasil Nunca Mais. "...Neste tomo é feita um discussão pormenorizada dos resultados da pesquisa no campo mais estritamente jurídico, mediante cotejamento entre o que era prescrito na lei e o que realmente acontecia no processo, conforme os resultados colhidos com a aplicação dos dois questionários. Inclui-se aí um estudo sintético sobre as diferentes Leis de Segurança Nacional utilizadas nos 15 anos em foco, uma análise dos resultados quantitativos colhidos pelo questionário 1, sobre parâmetros processuais, e uma descrição de 20 casos exemplares, que ilustram didaticamente as irregularidades mais frequentes observadas no exercício da Justiça Militar...". Colaboração DHnet e Fernando Araújo.
16/Mai Engels: A Gens Entre os Celtas e Entre os Germanos, capítulo 7 da obra: A Origem da Família, da Propriedade Privada e do Estado. "... A falta de espaço impede-nos de estudar as instituições gentílicas entre diversos povos selvagens e bárbaros, nos quais, ainda hoje, elas se encontram em forma de maior ou menor pureza; impede-nos de estudar os vestígios dessas instituições na história primitiva dos povos asiáticos civilizados. Uns e outras são encontrados em toda parte...". Colaboração Diego Grossi e Fernando Araújo.
15/Mai Temática: A Pesquisa Brasil Nunca Mais: Perfil dos Atingidos, tomo III, vol 3 do Projeto Brasil Nunca Mais. "...No terceiro tomo, é feita a caracterização das áreas sociais atingidas pela repressão, tipificando sua natureza política (oposição armada, partidos clandestinos, associações legais, delitos de opinião etc). São resumidos os dados estatísticos fundamentais do universo atingido e apresentam-se exemplos representativos dos processos, aqueles que compõem o tipo mais frequente, assim como os casos mais extraordinários. É feita uma reconstituição do pensamento e da história dos atingidos, sejam eles pessoas, entidades ou partidos, a partir do abundante material escrito que foi apreendido pela autoridade policial. Está incluído aí um estudo descritivo — inédito — sobre a historia de todos os grupos de esquerda atingidos por esses processos...". Colaboração DHnet e Fernando Araújo.
14/Mai Meyer: Ernesto Martins, Erico Czaczkes Sachs. "...Érico Sachs. Quem foi e onde viveu esse marxista, aparentemente desconhecido, que deixou no Brasil uma obra presumidamente tão importante? A explicação é simples: para mais de uma geração de marxistas brasileiros, Érico Sachs não era um desconhecido. Sob os nomes de Eurico Mendes, Eurico Linhares ou, especialmente, Ernesto Martins, seus textos foram passados de mão em mão e, durante pelo menos 25 anos, sustentaram uma das mais originais correntes da esquerda brasileira, associada ao extinto grupo Política Operária...". Colaboração Centro de Estudos Victor Meyer, Pery Falcón e Fernando Araújo.
13/Jun Temática: A Pesquisa Brasil Nunca Mais: Os Funcionários, tomo II, vol 3 do Projeto Brasil Nunca Mais. "...Este tomo está voltado para apresentar os instrumentos utilizados na pesquisa do Projeto BNM, as características do material coligido, a metodologia empregada na constituição dos dois questionários básicos [...], a microfilmagem para salvaguarda da preciosa fonte documental, enfim, tudo o que se refere à natureza técnica, metodológica e instrumental do trabalho realizado. Incluem-se aí, [...] 111 quadros apresentando todos os dados quantitativos extraídos dos processos [...], indo da medida de parâmetros jurídicos singelos (enquadramento, condenações, absolvições, comunicação de prisões, duração dos processos etc) até à elaboração de listas, ordenadas alfabeticamente, com o nome de todos os atingidos e de todos os envolvidos na ação repressiva, inclusive dos apontados em tribunal como torturadores....". Colaboração DHnet e Fernando Araújo.
12/Jun Ilyenkov: Do Ponto de Vista Marxista-Leninista. "...Porque as ideias de Marx foram realizadas na prática primeiramente no “leste”? A questão não é que elas se conformaram mais à “psicologia oriental”. Na medida em que a Rússia está em causa, devemos lembrar que os adversários políticos mais conservadores de Lenin o repreenderam por seu “ocidentalismo” teimoso. Eles viam o socialismo como um sistema de ideias organicamente externas ao “caráter russo”. Além disso, os mais vulgares e diabólicos entre eles até mesmo chamou Lenin de um “sabotador alemão” e um “agente de Wilhelm”; para eles, Marx e o imperador prussiano eram os mesmos “alemães”...". Colaboração Marcelo José de Souza e Silva e Fernando Araujo.
11/Mai Imprensa Proletária: A Obra. Semanário de propaganda socialista-anarquista fundado em São Paulo - Brasil, em 1920. "...Para esta grande revolução do cerebro humano muito contribuiu o génio de Guttenberg. A imprensa desempenhou em todos os paizes civilisados uma acção decisiva, apesar da opposição tenaz dos dominadores, dos erros e da morbosidade atávica da plebe. No Brasil, por infelicidade, não foi tão efficiente a acção da imprensa, porque esta teve sempre uma existencia precária, facto lamentavel, mas que se explica num paiz onde quasi toda a população carece da mais rudimentar cultura. Ainda assim, se a imprensa exercesse com imparcialidade e independencia a sua funcção de cultora do povo, se desempenhava-se dignamente a sua actividade nas lides libertarias, pugnando pelo respeito aos Direitos do Homem, muito poderia fazer neste sentido, melhorando o dynamismo da convivência social, criando uma nova vida, uma nova moral consentâneas com as modernas noções e aspirações de harmonia universal. Mas, para desgraça commum e gaudio dos poderosos, dos malvados, a imprensa, que se alardêa de defensora do Direito e da Justiça, protectora dos opprimidos, fautriz do progresso social e moral, erigiu-se, entre nós, em agencia de negocios, criada dos traficantes, porta-estandarte da reacção, empresa de calumnia e de mentira, de diffamação ao serviço dos amos, que têm interesse em que o povo vegete na ignorancia e na illusão, em que lhe falte o descanso e o conforto, o pão do corpo e do espirito, determinando a de generescencia physica, intellectual e moral da raça. Essa imprensa é a porta-voz de todas as idéas retrogradas, de todas as convencionaes mystificações que, na escola, nos palácios da magistratura e nos presídios industriaes são expostas pelos que exploram a patria, o Christo e os cavalheiros do trabalho. Os cidadãos, os hereticos que não queiram ler pela velha cartilha dos olygarchas, pelo cathecismo dos reverendos agentes do Padre Eterno e pelo livro dos financeiros, têm nessa imprensa um algoz implacavel, que fére cruelmente, friamente, conforme a intensidade das ordens recebidas e o peso dos dinheiros pelos quaes prestam os seus serviços...". Colaboração Biblioteca Terra Livre, Alexandre Linares e Fernando Araújo.
10/Mai Sachs: Sobre o Fascismo, de August Thalheimer. "...Até que ponto nos interessa hoje esses debates travados há mais de quarenta anos? Interessa-nos muito. Não só porque os maoistas, por exemplo, na sua luta contra o neo-revisionismo dos PCs oficiais, procuram reviver justamente o vocabulário ultra-esquerdista referente ao social-fascismo e, dessa maneira, cuidam da atualidade do problema. Na América Latina, o debate sobre o fascismo revive, de uma ou outra maneira, com todo novo golpe, com toda nova ofensiva de repressão da burguesia — e estas, nos últimos anos, não foram poucas...". Colaboração Centro de Estudos Victor Meyer, Pery Falcón e Fernando Araújo.
09/Mai Amazonas: A Social-Democracia, Instrumento do Capitalismo. O autor, veterano dirigente proletário, analisa de um ponto de vista crítico a atuação da social-democracia, a base objetiva de seu surgimento no país, os canais de expressão política por ela encontrada e a necessidade de combater esta tendência antiproletária no movimento social. Colaboração Fundação Maurício Grabois, Diego Grossi e Fernando Araújo.
08/Mai Abriu o arquivo: Jenny Marx, com o texto: Carta a Karl Marx [em Bonn]. Colaboração Mouro - Revista Marxista. Núcleo de Estudos d'O Capital e Fernando Araújo.
07/Mai Temática: Decisão do TST Sobre o Cancelamento do registro do Partido Comunista do Brasil - (Relatório e Voto do TST, proferidos em 07/05/1947). "Desde 1945, quando adquiriu a legalidade, o Partido Comunista do Brasil (PCB) havia tido grandes vitórias políticas. A principal delas foi a eleição de um senador e quatorze deputados federais, numa campanha atribulada que havia durado poucos dias. As sucessivas vitórias comunistas levaram pânico aos setores conservadores da sociedade brasileira. A mudança da situação internacional, com o surgimento da chamada guerra fria, criou condições mais favoráveis para uma ofensiva da direita. A partir de então aumentaram as provocações do governo e dos patrões contra o Partido Comunista. Desde o começo de 1946, duas denúncias apresentadas percorriam a Justiça Eleitoral. Uma delas incluía numerosas publicações de jornais e de entrevistas pretendendo provar que o Partido era uma organização orientada pelo comunismo marxista-leninista internacional. As repostas de Prestes sobre uma hipotética e falaciosa guerra entre o Brasil e a União Soviética eram os principais argumentos. A outra afirmava que, logo depois de registrado, em 10 de novembro de 1945, o PCB havia passado a exercer ação nefasta insuflando luta de classes, greves, confusão e desordem. As denúncias partiram de dois desclassificados — como os definiu o líder da bancada comunista na Câmara dos Deputados, Maurício Grabois...". Colaboração Fernando Araújo.
06/Mai Temática: A Pesquisa Brasil Nunca Mais: Os Atingidos, tomo II, vol 2 do Projeto Brasil Nunca Mais. "...Este tomo está voltado para apresentar os instrumentos utilizados na pesquisa do Projeto BNM, as características do material coligido, a metodologia empregada na constituição dos dois questionários básicos [...], a microfilmagem para salvaguarda da preciosa fonte documental, enfim, tudo o que se refere à natureza técnica, metodológica e instrumental do trabalho realizado. Incluem-se aí, [...] 111 quadros apresentando todos os dados quantitativos extraídos dos processos [...], indo da medida de parâmetros jurídicos singelos (enquadramento, condenações, absolvições, comunicação de prisões, duração dos processos etc) até à elaboração de listas, ordenadas alfabeticamente, com o nome de todos os atingidos e de todos os envolvidos na ação repressiva, inclusive dos apontados em tribunal como torturadores....". Colaboração DHnet e Fernando Araújo.
05/Mai Ilyenkov: O Conceito de Ideal. "...Antes de discutir o próprio conceito, precisamos primeiro considerar os termos “ideal” e “idealidade”, isso quer dizer, precisamos primeiro definir o alcance dos fenômenos nos quais esses termos podem ser aplicados, sem analisar, neste ponto, a essência desses fenômenos. Até mesmo isso não é uma tarefa fácil, pois o uso em geral, e o uso científico em particular, é sempre algo derivativo daquele próprio “entendimento da essência da questão” cuja exposição nossa definição se destina a servir...". Colaboração Marcelo José de Souza e Silva e Fernando Araujo.
04/Mai Imprensa Proletária: A Voz do Trabalhador. Órgão do Sindicato dos Pedreiros, Carpinteiros e dos Trabalhadores em Geral, semanário de Propaganda Socialista e Defesa do Trabalhador, que circulou na Bahia - Brasil, a partir de 1920. Edições de outubro de 1920 a outubro de 1922. Colaboração Biblioteca Terra Livre, Alexandre Linares e Fernando Araújo.
03/Mai Mao: À Memória de Norman Bethune. “O camarada Bethune, membro do Partido Comunista do Canadá, tinha pouco mais de cinquenta anos quando foi enviado para a China pelo Partido Comunista do Canadá e pelo Partido Comunista dos Estados Unidos. Bethune não hesitou um só momento em transpor milhares de quilómetros para ajudar-nos na Guerra de Resistência contra o Japão. Chegou a Ien-an pela Primavera do ano passado, indo depois trabalhar no Vutaixan onde, para grande pesar nosso, veio a encontrar a morte, no seu posto. Aí está um estrangeiro que, sem qualquer interesse pessoal, fez sua a causa da libertação do povo chinês..." . Colaboração Fernando Araújo.
02/Mai Temática: Vala Clandestina de Perus Desaparecidos Políticos, um Capítulo não Encerrado da História Brasileira. "...Este livro é um esforço conjunto do Instituto Macuco com a Comissão de Anistia — Projeto Marcas da Memória do Ministério da Justiça — (...) [tem] como objetivo o levantamento de documentação para busca do resgate da História, entre outras ações na área de defesa dos direitos humanos, relacionados com a descoberta em São Paulo, em 1990, no Cemitério Dom Bosco no bairro de Perus, de uma vala clandestina com ossadas não identificadas". [Na medida em que] "Assistimos a uma multiplicação de ações que reafirmam a necessidade da sociedade civil se manifestar sobre este passado que alguns, muitas vezes com a mesma arrogância e violência que praticavam na época da ditadura, insistem em apagar". Mais um livro na subseção Repressão Política. Fonte: Memórias Reveladas. Colaboração Fernando Araújo.
01/Mai Marx: A Propriedade ou a Renda Fundiária capítulo do livro Miséria da Filosofia. "...Em cada época histórica a propriedade tem se desenvolvido de modo diferente e numa série de relações sociais inteiramente diversas. Assim, definir a propriedade burguesa não é senão fazer a exposição de todas as relações sociais da produção burguesa. Querer dar uma definição da propriedade como se se tratasse de uma relação independente, de uma categoria à parte, de uma ideia abstrata e eterna, isso não poderia ser senão uma ilusão de metafísica ou de jurisprudência...". Colaboração Fernando Araújo.
30/Abr Repressão Política, nova subseção temática. Incluído o livro "Ditaduras Não São Eternas - Memórias da Resistência ao Golpe de 1964, no Espírito Santo". Ao tempo em que um Ministro de Estado do Brasil dá um vergonhoso depoimento inocentando um notório colaborador das forças repressivas da ditadura militar, iniciamos essa sub-seção como forma de desagravo a todos os homens, mulheres e crianças que foram presas, torturadas e oprimidas pela Ditadura implantada no Brasil nos idos de 1964, afinal "Não é justo que prevaleça a versão dos ditadores nem tampouco que o véu do esquecimento apague os anos de chumbo que vivemos no nosso país por mais de duas décadas. O compromisso com a verdade e com a construção da democracia pressupõe o direito de se conhecer o passado, até mesmo como condição para que se evite a repetição dos erros cometidos." (do Prefácio de Ditaduras Não São Eternas - Memórias da Resistência ao Golpe de 1964, no Espírito Santo). Fonte: DHnet. Colaboração Fernando Araújo.
29/Abr Temática: Figuras do Movimento Operário: Jen Pi Shi. Publicado em Problemas Revista Mensal de Cultura Política nº 34. A presente biografia foi escrita tendo por base, principalmente, a Pequena Biografia do Camarada Jen Pi Shi, divulgada pelo Comitê Central do Partido Comunista da China por ocasião da morte daquele grande líder, um artigo de Lu Ting-Yi, Secretário de Educação e Propaganda do Comitê Central do Partido Comunista da China, e as recordações pessoais de Chen Tsu-ying, viúva de Jen Pi Shi e sua inseparável companheira de lutas. Todos esses trabalhos foram editados em revistas chinesas e traduzidas para outras línguas. Colaboração Fernando Araújo.
28/Abr Ilyenkov: Humanismo e Ciência. "...Nosso planeta, infelizmente, está pobremente preparado para garantir felicidade. As circunstâncias como estão atualmente na Terra são tais, que não se pode encontrar um guia automático para agir que irá coincidir até o último detalhe com nosso desejo inato de produzir o bem estar e felicidade de toda a Terra. As próprias “circunstâncias” envolvendo nossas ações são contraditórias. Frequentemente nós precisamos prejudicar alguém para fazer uma boa ação para outra pessoa, e vice-versa. Dada essa situação, é possível alocar um princípio universal, uma fórmula geral que garanta impecavelmente a tomada de decisão?...". Colaboração Marcelo José de Souza e Silva e Fernando Araujo.
27/Abr Trotsky: Lenine apela à insurreição, "...Ao lado das fábricas, das casernas, das aldeias, da frente, dos sovietes, a revolução tinha ainda um laboratório: a cabeça de Lenine. Obrigado à vida clandestina, ele viu-se forçado durante cento e onze dias, do 6 de Julho até ao 25 de Outubro, a limitar as suas entrevistas, mesmo até com os membros do Comité central. Sem comunicação directa com as massas, sem contacto com as organizações, ele concentra o seu pensamento nas questões essenciais da revolução, elevando-as – o que era nele ao mesmo tempo uma necessidade e uma regra – aos problemas fundamentais do marxismo...". 19º capítulo do segundo tomo da obra História da Revolução Russa. Colaboração Eduardo Velhinho e Fernando Araújo,
26/Abr Imprensa Proletária: A Peble. Jornal de propaganda socialista-anarquista que circulou em São Paulo - Brasil, a partir de 1917 (130 edições). Colaboração Biblioteca Terra Livre, Alexandre Linares e Fernando Araújo.
25/Abr Martens: A restauração do capitalismo no caos e na guerra civil. Capítulo 7 do livro A URSS e a Contra-Revolução de Veludo. "... No limiar de 1991, a União Soviética encontra-se lançada no abismo. Não de fala senão de caos, de desorganização, de criminalidade e o grande pesadelo dos soviéticos é este sentimento de naufrágio, de desmoronamento e de insegurança total. O país realizou uma colheita recorde em 1990, mas o povo não encontra nada para levar à boca. «O culpado é o sistema socialista criminoso», apregoam em total harmonia os pasquins de direita do Ocidente e da União Soviética. Propaganda refinada. Na realidade, a fome é a primeira vergasta de que se arma o capitalismo nascente na União Soviética para disciplinar os trabalhadores. A nova grande burguesia que tomou o poder trata de destruir o sistema planificado da economia, que, por consequência, ficou impossibilitado de assegurar o abastecimento normal da população das cidades. E a máfia da economia paralela, esses patrões capitalistas que se multiplicam na ilegalidade, desviam as mercadorias e especulam com a penúria. O momento parece propício aos governos ocidentais para um pequeno número de cinismo que apaixonam os nossos arautos dos direitos humanos e do humanismo: o Ocidente porá em cena uma campanha humanitária de ajuda aos esfomeados soviéticos!...". Colaboração Para a História do Socialismo e Fernando Araújo.
24/Abr Engels: A Gens e o Estado em Roma, capítulo 6 da obra: A Origem da Família, da Propriedade Privada e do Estado. "... Segundo a lenda da fundação de Roma, a primeira fixação no local foi a de certo número de gens latinas (cem, diz a lenda), reunidas em uma tribo. Logo se uniu a esta uma tribo sabina, de cem gens, ao que também se diz, e por último uma tribo composta de elementos diversos, igualmente de cem gens. O conjunto da narração revela, à primeira vista, que não havia nada ali espontaneamente formado, exceto a gens, que, mesmo ela, em muitos casos, não passava de um ramo da velha gens-mãe, que tinha permanecido no antigo território...". Colaboração Diego Grossi e Fernando Araújo.
23/Abr Meyer: Reflexões Sobre a Atual Conjuntura. pdf "... O impasse permanece: as classes dominantes colocam a luta num nível superior, lançam seus desafios a partir de uma posição de força à qual os trabalhadores ainda não conseguem responder a altura. O estagio superior das lutas de classes no Brasil exige a implantação prática de novos sindicatos, de sindicatos livres e organizados fortemente pelas bases, e exigem a generalização de formas de organização ainda mais amplas que os sindicatos, isto é, exigem a generalização das comissões de fábrica...". Colaboração Centro de Estudos Victor Meyer, Pery Falcón e Fernando Araújo.
22/Abr Trotsky: O comité militar revolucionário, "...Apesar reviravolta que tinha começado cerca do fim de Julho na guarnição renovada de Petrogrado, no decorrer de Agosto, predominavam ainda os socialistas-revolucionários e os mencheviques. Certos efectivos militares continuavam impregnados de uma grande desconfiança em relação aos bolcheviques. O proletariado não tinha armas: a Guarda vermelha só tinha conservado alguns milhares de espingardas. A insurreição, nestas condições, teria podido terminar por uma cruel derrota, ainda se as massas, de novo voltassem aos bolcheviques...". 18º capítulo do segundo tomo da obra História da Revolução Russa. Colaboração Eduardo Velhinho e Fernando Araújo,
21/Abr Abriu o arquivo: Guy Debord, com o texto: Sociedade do Espetáculo. "A Sociedade do Espetáculo foi publicado pela primeira vez em novembro de 1967, em Paris... Os tumultos de 1968 o tornaram conhecido. O livro, no qual jamais mudei uma só palavra, foi reeditado seguidamente a partir de 1971... A série de reimpressões sucederam-se [...] regularmente até 1991. A presente edição, ela também, permaneceu rigorosamente idêntica à de 1967. A mesma regra norteará aliás, muito naturalmente, a reedição de todos os meus livros... Não sou destes que se corrigem. Uma teoria critica como esta não tem que ser mudada; não enquanto não tiverem sido destruídas as condições gerais do longo período da história de que esta teoria terá sido a primeira a definir com exatidão. A continuação do desenvolvimento do período não fez senão confirmar e ilustrar a teoria do espectáculo cuja exposição, aqui reiterada, pode também ser considerada como histórica em uma acepção menos elevada: testemunha o que foi a posição mais extremada por ocasião das disputas de 1968 e, portanto do que já era possível saber em 1968. Os mais equivocados desta época puderam aprender a partir de então, pelas desilusões de toda sua existência, o que significavam a «negação da vida que se tornou visível», «a perda da qualidade» ligada à forma-mercadoria e à «proletarização do mundo»...". Colaboração eBooksBrasil e Fernando Araújo.
20/Abr Sachs: O Marxismo e Luta de Classes - Questõs de Estratégia e Tática. Os presentes textos têm sua origem num curso de formação orientado por Érico Sachs por ocasião do seu exílio na Alemanha nos anos 70. O curso foi frequentado por militantes de diversas nacionalidades (latino-americanos, alemães e do Oriente Médio), mas não chegou a ser concluído. Os três primeiros capítulos são de autoria de Érico Sachs e serviram como uma introdução ao curso, tendo sido traduzidos para o português pelo próprio autor. Essa parte foi publicada na revista “Marxismo Militante Exterior” em 1975 e reproduzida em Salvador-BA, em 1987, pela Editora Práxis. Colaboração Centro de Estudos Victor Meyer, Pery Falcón e Fernando Araújo.
19/Abr Stálin: Sobre as Direitas e “Esquerdas” nas Repúblicas e Regiões Nacionais. Capítulo do livro "O Marxismo e Problema Nacional e Colonial. "...Discurso pronunciado a propósito do primeiro ponto da ordem do dia da Conferência: “O caso Sultan-Galíev”, em 10 de junho de 1923. A IV Conferência do C. C. do P. C. (b) da Rússia, com os militantes responsáveis das Repúblicas e regiões nacionais, reunida em Moscou. de 9 a 12 de junho de 1923...". Colaboração Fernando Araújo.
18/Abr Mao: Recrutar em Grande Número os Intelectuais. “Na longa e dura guerra de libertação nacional, na luta grandiosa pela construção duma China nova, o Partido Comunista necessita saber recrutar os intelectuais; só assim o Partido ficará em situação de constituir forças possantes para a resistência ao Japão, organizar por milhões as massas camponesas, desenvolver o movimento cultural revolucionário e alargar a Frente Única Revolucionária. Sem participação de intelectuais a revolução não pode triunfar....". Colaboração Fernando Araújo.
17/Abr Abriu o arquivo: Eleanor Marx, com o texto: Karl Marx. "...Não se passou muito tempo, talvez muito pouco, para escrever a biografia de um grande homem quase que imediatamente após sua morte, e a tarefa é duplamente difícil quando recai sobre uma pessoa que o conhecia e o amava. Para mim, neste momento, só é possível apresentar um breve resumo da vida do meu pai. Vou me limitar a uma simples demonstração de fatos, e não vou sequer tentar fazer uma exposição de suas grandes teorias e descobertas; teorias que são a base do Socialismo Moderno — descobertas que estão revolucionando toda a ciência da Economia Política...". Colaboração Mouro - Revista Marxista. Núcleo de Estudos d'O Capital e Fernando Araújo.
16/Abr Kalinin: Filhas Gloriosas do Povo Soviético. Discurso pronunciado na recepção dada pelo Comitê Central do Komsomol da URSS em honra das jovens combatentes desmobilizadas do Exército Vermelho e da Marinha de Guerra. Colaboração Fernando Araújo.
15/Abr Imprensa Proletária: A Rebelião. Semanário de propaganda socialista-anarquista que circulou em São Paulo - Brasil, em 1914. Colaboração Biblioteca Terra Livre, Alexandre Linares e Fernando Araújo.
14/Abr Lênin: Resolução Sobre as Medidas Econômicas Contra a Desordem. "...Não é possível salvar-se da catástrofe nem seguindo um caminho burocrático, quer dizer, mediante a criação de instituições em que predominem os capitalistas e os funcionários, nem protegendo os lucros dos capitalistas, seu poder completo sobre a produção, seu domínio sobre o capital financeiro, seu segredo comercial em relação a seus assuntos bancários, mercantis e industriais. Isso ficou demonstrado com absoluta clareza pela experiência de toda uma série de manifestações parciais de crise em diferentes ramos da produção...". Colaboração Fernando Araújo.
13/Abr Amazonas: Os Acontecimentos na Polônia. "...O debate gira em torno do socialismo. Direitistas, liberais e pessoas que se dizem de esquerda aproveitam a ocasião para atacá-lo. O socialismo teria levado a Polônia à catástrofe; uma vez chegado ao poder convertia-se em inimigo da classe operária, desencadeando sem piedade a repressão contra estudantes, intelectuais, religiosos, patriotas. A campanha ideológica que a burguesia faz no mundo inteiro contra o comunismo ganhou dimensões bem maiores. Por isso, começo esta palestra com a seguinte indagação: é a Polônia um país socialista? Ou a Polônia há muito tempo deixou de ser socialista e se transformou num país capitalista dependente?...". Colaboração Fundação Maurício Grabois, Diego Grossi e Fernando Araújo.
12/Abr Marx: A Concorrência e o Monopólio capítulo do livro Miséria da Filosofia. "...Na vida prática, encontra-se não somente a concorrência, o monopólio e o antagonismo de ambos, mas também sua síntese, que não é uma fórmula, mas um movimento. O monopólio produz a concorrência, a concorrência produz o monopólio. Os monopólios fazem concorrência uns aos outros, os concorrentes tornam-se monopolizadores. Se os monopolizadores restringem a concorrência entre eles por meio de associações parciais, a concorrência aumenta entre os operários; e quanto mais a massa dos proletários aumenta diante dos monopolizadores de uma nação, mais a concorrência se torna desenfreada entre os monopolizadores das diferentes nações. A síntese é tal que o monopólio não pode se manter senão passando continuamente pelos embates da concorrência...". Colaboração Fernando Araújo.
11/Abr Temática: A Pesquisa Brasil Nunca Mais - Os Instrumentos de Pesquisa e a Fonte, tomo II, vol 1 do Projeto Brasil Nunca Mais. "...Este tomo está voltado para apresentar os instrumentos utilizados na pesquisa do Projeto BNM, as características do material coligido, a metodologia empregada na constituição dos dois questionários básicos [...], a microfilmagem para salvaguarda da preciosa fonte documental, enfim, tudo o que se refere à natureza técnica, metodológica e instrumental do trabalho realizado. Incluem-se aí, [...] 111 quadros apresentando todos os dados quantitativos extraídos dos processos [...], indo da medida de parâmetros jurídicos singelos (enquadramento, condenações, absolvições, comunicação de prisões, duração dos processos etc) até à elaboração de listas, ordenadas alfabeticamente, com o nome de todos os atingidos e de todos os envolvidos na ação repressiva, inclusive dos apontados em tribunal como torturadores....". Colaboração DHnet e Fernando Araújo.
10/Abr Thalheimer: 1923: Uma Oportunidade Perdida? A Lenda do "Outubro Alemão" e a Verdadeira História de 1923. "... Em 1923 a situação estava perfeitamente madura para a vitória da revolução proletária, mas a direção de então do Partido Comunista Alemão (PCA), presidido por Brandler, impediu a vitória da revolução. Esta opinião à primeira vista parece tão fantástica, tão sem importância, que pode parecer estranho que ela ainda hoje seja levada em consideração. Mas tal opinião, chamada "lenda do outubro", é ainda hoje a opinião oficial do PCA. Ela está sendo gravada como dogma na memória dos jovens membros do Partido, os quais a aceitam de boa fé, sem ter a mínima idéia de que se trata de uma lenda inventada com a finalidade de explicar e apoiar uma tática errada do PCA. Uma lenda que tem impedido o Partido e, com isso, a classe operária alemã, de abandonar um caminho desastroso, impedindo também a influência da crítica da Oposição frente a essa linha errada, o que, em outras circunstâncias, seguramente teria. Por isto, as questões de estratégia e tática do ano de 1923, infelizmente, ainda são muito atuais. São mais atuais do que nunca, especialmente hoje, quando a direção do PCA repete em maior escala os erros cuja base ideológica está na "lenda do outubro" de 1923...". Colaboração Centro de Estudos Victor Meyer, Pery Falcón e Fernando Araújo.
09/Abr Abriu o arquivo: Evald Vasilyevich Ilyenkov, com o texto Atividade e Conhecimento. "...Na pedagogia, existe uma preocupação e (quando se pensa sobre isso) um problema estranho que é normalmente descrito como o problema “da aplicação prática do conhecimento à vida”. E isso é de fato verdadeiro que o graduado da escola (seja ela ensino médio ou graduação) se encontra no dilema de não saber como “aplicar” o conhecimento a qualquer problema que surge fora dos muros da escola...". Colaboração Marcelo José de Souza e Silva e Fernando Araujo.
08/Abr Mao: Sobre a Democracia Nova. “Há muitos anos que nós, os comunistas, lutamos não apenas por uma revolução política e económica mas também por uma revolução cultural na China, sendo o nosso objetivo a construção duma sociedade e Estado novos para a nação chinesa. Essa sociedade e Estado novos observarão não somente uma política e uma economia novas mas também uma cultura nova. Dito doutro modo, não só queremos transformar a China, politicamente oprimida e economicamente explorada, numa China politicamente livre e economicamente próspera, mas também transformar a China mantida na ignorância e atraso sob o jugo da cultura antiga, numa China ilustrada e progressista sob o reino duma cultura nova. Numa palavra, queremos construir a China nova...". Colaboração Fernando Araújo.
06/Abr Engels: Gênese do Estado Ateniense, capítulo 5 da obra: A Origem da Família, da Propriedade Privada e do Estado. "... Em nenhuma parte melhor do que na antiga Atenas podemos observar como o Estado se desenvolveu, pelo menos na primeira fase da sua evolução, com a transformação e substituição parciais dos órgãos da constituição gentílica pela introdução de novos órgãos, até completamente instauradas autoridades com poderes realmente governamentais — quando uma "força pública" armada, a serviço dessas autoridades (e que, por conseguinte, podia ser dirigida contra o povo), usurpou o lugar do verdadeiro "povo em armas", que havia organizado sua autodefesa nas gens, nas fratrias e nas tribos...". Colaboração Diego Grossi e Fernando Araújo.
05/Abr Thalheimer: Sobre o Fascismo. "... Como subsídio para uma discussão do problema do fascismo, trazemos à luz três artigos de August Thalheimer, o teórico marxista que mais aprofundou a questão, artigos esses inéditos na língua portuguesa. Os dois primeiros trabalhos são de 1923: “Entre Jena e Leipzig” foi publicado na “Internationale”, órgão teórico do KPD (Partido Comunista Alemão). “O Fascismo, A Pequena-burguesia e a Classe Operária”, foi publicado no “Rote Fahne”, o órgão diário do Partido. Já o terceiro artigo, o célebre trabalho de August Thalheimer, “Sobre o Fascismo”, embora redigido em 1928, só veio a ser publicado em 1930...". Colaboração Centro de Estudos Victor Meyer, Pery Falcón e Fernando Araújo.
04/Abr Martens: A União Soviética à beira do abismo. Capítulo 6 do livro A URSS e a Contra-Revolução de Veludo. "... o imperialismo é uma força bem mais resistente, dinâmica e agressiva do que numerosas correntes oportunistas no movimento operário acreditavam sê-lo desde há 30 ou 40 anos. O imperialismo não é democrático nem pacífico, não respeita nem a independência nem os princípios da coexistência pacífica; o imperialismo ocupa-se da arte, da cultura, do turismo, vende produtos, faz cooperação técnica, empresta dinheiro e através de tudo isso realiza a estratégia de dominação económica, militar e política na cena mundial. No debate dos problemas do comunismo, um ponto essencial é a percepção da natureza do imperialismo e das suas capacidades de expansão, infiltração e agressão...". Colaboração Para a História do Socialismo e Fernando Araújo.
03/Abr Lênin: Algumas Particularidades do Desenvolvimento Histórico do Marxismo. "...Nossa doutrina — disse Engels em seu nome e no de seu ilustre amigo— não é um dogma, mas um guia para a ação. Esta tese clássica sublinha com notável vigor e força de expressão um aspecto do marxismo que freqüentemente se perde de vista. E ao perdê-lo de vista, fazemos do marxismo algo unilateral, disforme, morto, arrancamos sua alma viva, minamos suas bases teóricas cardeais: a dialética, a doutrina do desenvolvimento histórico multilateral e cheio de contradições; debilitamos sua ligação com as tarefas práticas determinadas da época, que podem mudar com cada nova viragem da história...". Colaboração Fundação Maurício Grabois e Fernando Araújo.
02/Abr Mao: A Revolução Chinesa e o Partido Comunista da China. “A Revolução Chinesa e O Partido Comunista da China”, livro de texto escrito em Ien-an pelo camarada Mao Tsetung, com o concurso doutros camaradas, no Inverno de 1939. O primeiro capítulo, “A Sociedade Chinesa”, foi escrito pelos demais camaradas e revisto pelo camarada Mao Tsetung. O segundo capítulo, “A Revolução Chinesa”, foi elaborado pessoalmente pelo camarada Mao Tsetung. Um terceiro capítulo, “A Construção do Partido”, foi deixado inacabado pelos camaradas que nele trabalhavam. Não obstante, a publicação dos dois capítulos, em especial o segundo, desempenhou um grande papel educativo no seio do Partido Comunista da China e entre o povo chinês. Colaboração Fernando Araújo.
01/Abr Temática: Dossiê dos Mortos e Desaparecidos Políticos a partir de 1964. "...Este livro é instrumento para a construção de uma Nação justa, antes de ato de denúncia. [...]. Os fatos que se erguem à nossa frente são incontornáveis. Não há alternativa além de decifrá-los e revelá-los, por maiores que sejam as dores e por mais resguardadas que sejam as culpas. É também com dores profundas e com culpas expostas que se constrói uma Nação. Querer a justiça não é querer a revanche. Os revanchistas apenas reformam erros, enquanto os que lutam pela justiça fazem avançar o processo de redemocraticação — que no Brasil é ainda essencialmente formal, ao sustentar um modelo econômico que gera milhões de miseráveis. O reconhecimento, pelo Estado, dos direitos dos brasileiros mortos no decorrer do regime militar, marcará um avanço no processo de redemocratização. Avanço no qual, temos a convicção, sabemos conquistar com maturidade e responsabilidade....". Colaboração DHnet e Fernando Araújo.
31/Mar Temática: O Regime Militar, tomo I do Projeto Brasil Nunca Mais. "...O primeiro tomo do presente relatório trata de situar, como estudo de referência, a evolução das instituições jurídico-políticas brasileiras entre 1964 e 1979, partindo dos antecedentes históricos que prepararam o advento do Regime Militar [Ditadura] e debruçando-se sobre o estudo do aparelho repressivo erguido em torno da Doutrina de Segurança Nacional, que por sua vez foi imposta como filosofia oficial do Estado a partir de 1964...". Colaboração DHnet e Fernando Araújo.
30/Mar Prestes: Estudar e Aplicar as Resoluções de Fevereiro do Comitê Nacional para Entrarmos no Bom Caminho da Construção do Partido. Publicado em Problemas Revista Mensal de Cultura Política nº 34. "...A burguesia brasileira nunca foi capaz de lutar contra os restos feudais no país, é aliada dos latifundiários e, com medo crescente das grandes massas trabalhadoras, capitula, diante do imperialismo com quem forma um bloco contra os operários e camponeses, contra a maioria esmagadora da nação. Para que a revolução possa ser vitoriosa é indispensável desfazer esse bloco reacionário, concentrar o fogo contra a burguesia serviçal do imperialismo, desmascarar sua traição, e libertar as massas trabalhadoras de sua influencia. Só a classe operária será capaz de dirigir essa luta, porque só ela é consequente e revolucionária até o fim...". Colaboração Fernando Araújo.
29/Mar Stálin: Os Fatores Nacionais na Construção do Partido e do Estado. Capítulo do livro "O Marxismo e Problema Nacional e Colonial. Informe pronunciado no XII Congresso do PC(b) da Rússia, a 23 de abril de 1923. Colaboração Fernando Araújo.
28/Mar Marx: A Divisão do Trabalho e as Máquinas capítulo do livro Miséria da Filosofia. "...O trabalho organiza-se, divide-se de acordo com os instrumentos de que dispõe. O moinho de mão supõe uma divisão do trabalho diferente da do moinho a vapor. É, pois, ir de encontro à história querer começar pela divisão do trabalho em geral, para chegar em seguida a um instrumento específico de produção, as máquinas. As máquinas não são uma categoria econômica, do mesmo modo como não poderia sê-lo o boi que puxa a charrua. As máquinas não são senão uma força produtiva. A oficina moderna, que se baseia no emprego das máquinas, é uma relação social de produção, uma categoria econômica...". Colaboração Fernando Araújo.
27/Mar Kalinin: Discurso no Ato de Entrega de Condecorações aos Jornais Komsomólskaia Pravda e Pionérskaia Pravda. "...Falamos do “homem novo”. E, com efeito, hoje vemos com particular clareza que o homem, como todos os seres orgânicos, se modifica segundo a influência sobre ele exercida...". Colaboração Fernando Araújo.
26/Mar Mao: Identidade Entre os Interesses da União Soviética e da Humanidade Inteira. "...Quantas pessoas no mundo não foram enganadas pelas doces palavras de Chamberlain e comparsas, não descobriram o punhal que se escondia por detrás dos sorrisos destes, não compreenderam que a União Soviética concluirá um pacto de não agressão com a Alemanha apenas quando Chamberlain e Daladier estavam já decididos a rejeitar-lhe as propostas e a lançar-se numa guerra imperialista! É tempo de abrirem os olhos. O fato de a União Soviética ter defendido até ao último minuto a paz mundial constitui uma prova da identidade de interesses entre a União Soviética e a imensa maioria dos homens. Essa era a primeira questão que desejava tratar..." Colaboração Fernando Araújo.
25/Mar Thalheimer: Contribuição à História da Palavra de Ordem de "Governo Operário". "... A história da palavra de ordem de "Governo Operário" não é só quase que totalmente desconhecida pelos jovens, mas infelizmente também pelos velhos comunistas alemães. No seu lugar existe uma bonita e agradável lenda que leva à conclusão de que o Comitê Central (CC) sob Brandler inventou o monstro oportunista de um "Governo Operário" no quadro da "democracia", que o testou no outono de 1923 na Saxônia e Turíngia e que, depois, o 5° Congresso da Internacional Comunista (IC), sob a direção de Sinovjov, liquidou o monstro e recolocou as coisas no seu lugar. A verdadeira história dessa palavra de ordem e da sua extinção é bem diferente...". Colaboração Centro de Estudos Victor Meyer, Pery Falcón e Fernando Araújo.
24/Mar Lênin: A Greve Política de Toda a Rússia. "...A revolução avança com assombrosa rapidez, e prodigiosa quantidade de acontecimentos; e se quiséssemos expor aos nossos leitores minuciosamente a história dos últimos três ou quatro dias, teríamos que escrever um livro inteiro. Mas deixamos às gerações futuras a tarefa de escrever os detalhes da história. Temos diante de nós as cenas impressionantes de uma das maiores guerras civis pela liberdade, como jamais foram vistas pelos homens, e é preciso apressar-se a viver para empregar todas as energias nesta guerra...". Colaboração Fernando Araújo.
23/Mar Engels: A Gens Grega, capítulo 4 da obra: A Origem da Família, da Propriedade Privada e do Estado. "... Resumindo: a riqueza passa a ser valorizada e respeitada como bem supremo e as antigas instituições da gens são pervertidas para justificar-se a aquisição de riquezas pelo roubo e pela violência. Faltava apenas uma coisa: uma instituição que não só assegurasse as novas riquezas individuais contra as tradições comunistas da constituição gentílica, que não só consagrasse a propriedade privada, antes tão pouco estimada, e fizesse dessa consagração santificadora o objetivo mais elevado da comunidade humana, mas também imprimisse o selo geral do reconhecimento da sociedade às novas formas de aquisição da propriedade, que se desenvolviam umas sobre as outras — a acumulação, portanto, cada vez mais acelerada, das riquezas —; uma instituição que, em uma palavra, não só perpetuasse a nascente divisão da sociedade em classes, mas também o direito de a classe possuidora explorar a não-possuidora e o domínio da primeira sobre a segunda. E essa instituição nasceu. Inventou-se o Estado...". Colaboração Diego Grossi e Fernando Araújo.
22/Mar Martens: Quando o Vampiro dos Cárpatos atacou Timisoara. Capítulo 5 do livro A URSS e a Contra-Revolução de Veludo. "...Em 20 anos, encontrámos bastantes militantes de esquerda que se excitavam tanto com os erros do socialismo, colocando mal a questão, que por fim se arrumaram do lado da barbárie imperialista. No decurso de conferências que demos durante este último ano, alguns levantaram-se para exclamar: «À ditadura da burocracia romena ou chinesa, prefiro a democracia burguesa». Nada pode ilustrar melhor a passagem de uma certa «esquerda» para o lado do imperialismo. Para melhor situar as nossas posições no que respeita ao Leste e à Roménia, lembremos então alguns factos que são essenciais para julgar na sua perspectiva verdadeira as «revoluções pela democracia e pela liberdade»...". Colaboração Para a História do Socialismo e Fernando Araújo.
21/Mar Marx: A Situação Política na Europa. Colaboração O Olho da História, Revista de Teoria, Cultura, Cinema e Sociedades, Danilo Chaves Nakamura, Douglas Anfra e Fernando Araújo.
20/Mar Stálin: De Uma Carta ao Camarada Kaganovitch e a outros Membros do Comitê Central do Partido Comunista (bolchevique) da Ucrânia. Capítulo do livro "O Marxismo e Problema Nacional e Colonial. Colaboração Fernando Araújo.
19/Mar Marx: Capítulo II — A Metafísica da Economia Política § I — O Método capítulo do livro Miséria da Filosofia. "...Os economistas têm uma maneira singular de proceder. Não existe para eles senão duas espécies de instituições, as da arte e as da natureza. As instituições da feudalidade são as instituições artificiais, as da burguesia são as instituições naturais. Eles se parecem nisto com os teólogos que, eles também, estabelecem duas espécies de religião. Toda religião que não é a sua é uma invenção dos homens, enquanto que a sua própria religião é uma emanação de Deus. Dizendo que as relações atuais — as relações da produção burguesa — são naturais, os economistas dão a entender que se trata de relações nas quais se cria a riqueza e se desenvolvem as forças produtivas de acordo com as leis da natureza. Logo, estas relações são elas mesmas leis naturais independentes da influência do tempo. São leis eternas que devem reger sempre a sociedade. Assim, já existiu história, mas não existe mais. Existiu história, pois que existiram instituições de feudalidade, e que nestas instituições de feudalidade se encontram relações de produção inteiramente diferentes daquelas da sociedade burguesa, que os economistas querem fazer passar por naturais e portanto eternas...". Colaboração Fernando Araújo.
18/Mar Kalinin: A Fisionomia Moral de Nosso Povo. "...A moral ou ética existe desde o início da formação da sociedade humana, por cujo desenvolvimento econômico é determinada, não de um modo automático, naturalmente, mas com certo atraso, da mesma forma que toda a superestrutura ideológica, como o direito, a religião, etc. Nos albores da sociedade humana a moral surgia das condições de existência, constituindo-se praticamente em determinadas normas de conduta dos homens...". Colaboração Fernando Araújo.
17/Mar Mao: Entrevista com três Correspondentes da Agência Central de Informação e dos Jornais Saotampao e Sinmimpao. "...Devemos apoiar tudo o que o inimigo combate e combater tudo o que o inimigo apoia. Nos artigos que redigem, muitos citam frequentes vezes a frase seguinte: “que os teus atos não aflijam os teus amigos nem regozijem os teus inimigos”..." Colaboração Fernando Araújo.
16/Mar Sachs: O PT e o Partido Revolucionário. "...Nossa luta é pelo partido Revolucionário, marco indispensável no caminho da Revolução Socialista neste país. E a revolução socialista no Brasil só pode se dar como revolução proletária apoiada diretamente pelos trabalhadores do campo...". Colaboração Centro de Estudos Victor Meyer, Pery Falcón e Fernando Araújo.
15/Mar Martens: Budapeste, 1956: a contra-revolução armada. Capítulo 4 do livro A URSS e a Contra-Revolução de Veludo. "...a restauração do capitalismo na Hungria um assunto de discussão, eminentes pensadores apresentam-nos as suas teorias em que expõem profundas justificações sobre este processo «libertador». Segundo uns, esta ressurreição do capitalismo seria a prova final da falência de 45 anos de «stalinismo». Outros estimam que o capitalismo provou o seu notável dinamismo e que o socialismo foi ao tapete por KO económico. Uma terceira explicação justificadora diz isto: o homem não vive só de pão, a ausência de democracia e de liberdade própria do «stalinismo» ou mesmo do socialismo, levou as massas a desfazer-se do regime totalitário. E uma última teoria aparece a cloroformizar-nos os espíritos: não teríamos razão em lamentarmos a actual restauração, não sendo nosso este enterro; a Hungria, que sofreu um despotismo asiático imposto pelos tanques soviéticos, nunca conheceu o socialismo...". Colaboração Para a História do Socialismo e Fernando Araújo.
14/Mar Thalheimer: Marxismo e Existencialismo. "... A análise crítica das mais recentes tentativas de completar o marxismo pela “fenomenologia”, é a tarefa, mas que se impõe. Ingrata porquanto a filosofia burguesa depois de Ludwig Feuerbach deixa de encerrar conteúdo científico positivo (constituindo exceções e apreciação matemática da lógica e a apresentação e estudo críticos de material novo por parte dos historiadores da filosofia) e, consequentemente, essa análise crítica terá de se haver com moinhos de vento. Os ensaios de enriquecimento “fenomenológico” do marxismo devem ser atacados de rijo, visto ameaçarem desnortear ainda mais as mentes no campo do movimento operário, já desorientadas pela própria confusão reinante neste após- guerra...". Colaboração Centro de Estudos Victor Meyer, Pery Falcón e Fernando Araújo.
13/Mar
Engels: A Gens Iroquesa, capítulo 3 da obra: A Origem da Família, da Propriedade Privada e do Estado. "... Chegamos, agora, a outro descobrimento de Morgan, pelo menos tão importante quanto a reconstituição da forma primitiva da família através dos sistemas de parentesco. A demonstração de que os grupos de consanguíneos, designados por nomes de animais no seio de uma tribo de índios americanos, são essencialmente idênticos às genea dos gregos e às gentes dos romanos; de que a forma americana é a forma original da gens, sendo a forma greco-romana uma forma posterior, derivada; de que toda a organização social dos gregos e romanos dos tempos primitivos em gens, fratria e tribo encontra seu fiel paralelo na organização dos indígenas americanos; de que a gens (na medida em que podemos julgar pelas nossas fontes atuais de conhecimento) é uma instituição comum a todos os bárbaros até sua passagem à civilização e mesmo depois dela; essa demonstração esclareceu, de repente, as partes mais difíceis da antiga história grega e romana e, ao mesmo tempo, revelou-nos os traços fundamentais do regime social da época primitiva, anterior à criação do Estado...". Colaboração Diego Grossi e Fernando Araújo.
12/Mar
Lênin: Primeiro Projeto de Resolução do X Congresso do PC da Rússia Sobre o Desvio Sindicalista e Anarquista em Nosso Partido. "...O marxismo ensina-nos (...) que só o partido político da classe operária, isto é, o Partido Comunista, está em condições de agrupar, educar e organizar a vanguarda do proletariado e de toda a massa trabalhadora, a única capaz de resistir às inevitáveis vacilações pequeno-burguesas desta massa, as inevitáveis tradições e recaídas na estreita visão gremial ou nos preconceitos gremiais entre o proletariado, e dirigir todo o conjunto das atividades de todo o proletariado, ou seja, dirigi-lo politicamente e, através dele, dirigir todas as massas trabalhadoras. Sem isto a ditadura do proletariado é irrealizável...". Colaboração Fernando Araújo.
11/Mar
Meyer: Notas sobre Thalheimer. "... o interesse na obra de Thalheimer não se prende apenas ao fato de conter subsídios fundamentais para a história do fascismo alemão. Há um interesse teórico mais amplo, considerando que o autor desenvolve uma vertente do pensamento marxista mantida na obscuridade por circunstâncias políticas: em parte porque sofreu diretamente os golpes do fascismo, mas também porque foi estigmatizado pelos diversos dogmatismos que tão fortemente tem assediado o marxismo do nosso tempo...". Colaboração Centro de Estudos Victor Meyer, Pery Falcón e Fernando Araújo.
10/Mar
Stálin: Resolução Sobre o Problema Nacional. Apêndice do livro: O Marxismo e o Problema Nacional e Colonial. "...A política de opressão nacional, herança do absolutismo e da monarquia é apoiada pelos latifundiários, pelos capitalistas e pela pequena burguesia, no interesse da conservação de seus privilégios de classe e da divisão dos operários das diversas nacionalidades. Ao acentuar as tendências à dominação dos povos fracos, o imperialismo atual constitui um novo fator da agravação da opressão nacional...". Colaboração Fernando Araújo.
09/Mar
Marx: Aplicação da Lei das Proporcionalidades de Valor capítulo do livro Miséria da Filosofia. "...Verdadeiramente, é preciso ser desprovido de todo conhecimento histórico para ignorar que são os soberanos que, sempre, sofreram as condições econômicas, cujas leis jamais são ditadas por eles. A legislação, tanto a política como a civil, não faz senão enunciar, verbalizar o poder das relações econômicas...". Colaboração Fernando Araújo.
08/Mar
Temática: A Produção Político-Cultural do PCB dos anos 30 aos 60. Artigo escrito por Ricardo Costa Secretário Nacional de Formação Política do PCB. "...O aparato político-cultural do PCB funcionou, ao longo de sua história, como importante polo gravitacional do mundo da cultura, com um grau de adesão mais ou menos permanente, a depender sempre das circunstâncias políticas e dos debates internos. Para um partido que viveu a maior parte de sua história na clandestinidade, o fato de o seu aparato político-cultural ter se constituído de maneira expressiva de tempos em tempos, como em 1935, nos anos 1945/47, 1948/52 e 1963/64, comprova o peso da sua inserção no campo cultural e a capacidade de fazer circular na sociedade os bens simbólicos produzidos internamente, os quais eram difundidos, principalmente, pela imprensa partidária...". Colaboração Fundação de Estudos Políticos, Econômicos e Sociais Dinarco Reis e Fernando Araújo.
07/Mar
Kalinin: Algumas Observações sobre a Educação do Soldado Komsomol. "...a educação dos homens, particularmente a dos militares, é um trabalho complexo e delicado. Neste trabalho não se pode confiar em certas formas de organização de uso permanente, ou inventar formas novas de trabalho válidas para todos os casos que se apresentem na vida, pensando que com elas a educação marchará por si mesma. Com uma fórmula preparada de antemão, mesmo que seja perfeita, não se pode resolver todos os problemas da educação...". Colaboração Fernando Araújo.
06/Mar
Cunhal: O Segredo da Questão, 7º capítulo da obra: Contribuição para o Estudo da Questão Agrária. "...Apesar de todas as desvantagens que se acabam de expor e se conjugam para tornar inviável uma concorrência bem sucedida da pequena contra a grande exploração capitalista, a pequena produção vai sobrevivendo. Ela alcança, em alguns casos, elevados rendimentos unitários e aparece no mercado aguentando os preços da grande exploração, e apresentando mesmo por vezes preços mais baixos. Como pode isto acontecer?...". Colaboração das Edições Avante!, Carlos Coutinho e Fernando Araújo.
05/Mar
Mao: Entrevista com um Correspondente do Sihghuajepao Sobre a Nova Situação Internacional. ..."Pessoas há que não compreendem como o pacto soviético-germânico de não agressão é um resultado da ruptura das negociações entre a Inglaterra, a França e a URSS; pensam que, pelo contrário, foi a celebração do pacto que provocou essa ruptura. Poderia expor as razões do fracasso das negociações anglo-franco-soviéticas?...". Colaboração Fernando Araújo.
04/Mar
Sachs: Partido Vanguarda e Classe. "...O conceito de partido nasce para o movimento operário moderno junto com o primeiro documento do marxismo militante, o "Manifesto Comunista". Não só que o título original do programa de Marx e Engels é "Manifesto do Partido Comunista" como no próprio texto fala-se pela primeira vez na necessidade da "organização dos proletários como classe e, portanto, como partido político"...". Colaboração Centro de Estudos Victor Meyer, Pery Falcón e Fernando Araújo.
03/Mar
Engels: A Família, capítulo 2 da obra: A Origem da Família, da Propriedade Privada e do Estado. "... A desigualdade legal, que herdamos de condições sociais anteriores, não é causa e sim efeito da opressão econômica da mulher. No antigo lar comunista, que compreendia numerosos casais com seus filhos, a direção do lar, confiada às mulheres, era uma indústria socialmente tão necessária quanto a busca de víveres, de que ficavam encarregados os homens. As coisas mudaram com a família patriarcal e, ainda mais, com a família individual monogâmica. O governo do lar perdeu seu caráter social. A sociedade já nada mais tinha a ver com ele. O governo do lar se transformou em serviço privado; a mulher converteu-se em primeira criada, sem mais tomar parte na produção social. Só a grande indústria de nossos dias lhe abriu de novo — embora apenas para a proletária — o caminho da produção social...". Colaboração Diego Grossi e Fernando Araújo.
02/Mar
Abriu o arquivo: Victor Meyer, com o texto: Frágua Inovadora: O Tormentoso Percurso da POLOP. "...No começo de 1961, no interior de São Paulo, realizava-se o Congresso de fundação da Organização Revolucionária Marxista Política Operária, mais conhecida como POLOP. Seu impacto intelectual sobre o pensamento radical de esquerda no Brasil, sua influência política sobre frações importantes da esquerda organizada, do movimento estudantil e mesmo do movimento operário, seriam fortemente crescentes ao longo dos anos 60. Na década seguinte, período de auge da ditadura militar, mergulharia num doloroso processo de isolamento social, seja pelos cruentos ataques que sofreu da polícia política — DOPS, Polícia Federal, OBAN e demais signos do terror anticomunista daqueles anos seja pela diáspora dos quadros no exílio e recorrentes fragmentações internas...". Colaboração Centro de Estudos Victor Meyer, Pery Falcón e Fernando Araújo.
01/Mar
Cunhal: A Pequena e a Grande Propriedade, 6º capítulo da obra: Contribuição para o Estudo da Questão Agrária. "...Poucos problemas da economia capitalista terão provocado tão ampla, apaixonada e demorada controvérsia como o problema da grande e da pequena exploração agrícola, das vantagens e eficiência de uma e outra, da sua viabilidade e do seu futuro...". Colaboração das Edições Avante!, Carlos Coutinho e Fernando Araújo.
28/Fev
Martens: Os primeiros frutos podres da «revolução democrática». Capítulo 3 do livro A URSS e a Contra-Revolução de Veludo. "...Pobres espíritos manipulados, os que acreditam que as nossas multinacionais e os nossos canais de televisão se interessam pela «liberdade», pela «democracia» e pela «luta contra a ditadura»...". Colaboração Para a História do Socialismo e Fernando Araújo.
27/Fev
Thalheimer: Entrre Jena e Leipzig - A Propósito do Congresso do Partido. "... Os dois fenômenos, tanto o fascismo alemão como a ocupação do Ruhr, só podem ser compreendidos no conjunto da evolução desde novembro de 1918, isto é, no quadro das lutas de classe, de um lado, e da política internacional a partir daquele momento, de outro. Os dois fenômenos e acontecimentos mencionados nos conduzem ao centro das tarefas mais atuais do nosso partido e das tarefas revolucionárias em geral. Estas, porém, só entenderemos corretamente, se tivermos compreendido o sentido histórico das tarefas partidárias, em toda a sua extensão, em sua ligação com o passado e em seu alcance para o futuro próximo...". Colaboração Centro de Estudos Victor Meyer, Sérgio Antão Paiva e Fernando Araújo.
26/Fev
Lênin: Do artigo: O Congresso Socialista Internacional de Stuttgart. "...A resolução acerca das relações entre os partidos socialistas e os sindicatos reveste-se de extraordinária importância para nós russos. O Congresso de Estocolmo do POSDR manifestou-se em prol de sindicatos independentes do Partido, mantendo, portanto, o ponto de vista da neutralidade. Esse mesmo ponto de vista foi sempre defendido por nossos democratas desprovidos de espírito de partido, os bernsteinianos e os esserristas...". Capítulo do Livro Sobre os Sindicatos. Colaboração Fernando Araújo.
25/Fev
Abriu o arquivo: Eder Simão Sader, com o texto: Os Ensinamentos de Mao Tse-Tung e a Guerra Revolucionária no Brasil. "...Para travarmos com êxito a guerra revolucionaria no Brasil temos que descobrir suas leis. É verdade que isso é um pouco mais difícil do que apresentar escritos militares que esgotam todas as fases da guerra no país e "resolvem" todos os problemas, mas que tem o simples defeito de serem apenas traduções de Che, Mao e Giap...". Colaboração Centro de Estudos Victor Meyer, Pery Falcón e Fernando Araújo.
24/Fev
Sachs: Aonde Vamos?. A série de documentos intitulada "Aonde Vamos?", de autoria de Eric Sachs, circulou pela primeira vez em edição mimeografada entre abril e julho de 1967, como documentos de discussão interna da organização Política Operária. A série é composta por quatro partes: I - Aonde Vamos?; II - As Causas do Reformismo; III - Governo de Transição; IV - Foco e Revolução. As partes I e IV foram divulgadas assinadas pelo CN (Comitê Nacional) da Polop. As duas outras foram assinadas por Ernesto Martins, um dos pseudônimos utilizados por Eric Sachs em seus escritos clandestinos. Juntamente com o "Programa Socialista para o Brasil", o trabalho teve um importante papel na divulgação das idéias socialistas entre as várias tendências da esquerda revolucionária brasileira, principalmente entre as Dissidências que surgiram da luta interna no PCB a partir de 1966. As três primeiras partes do trabalho foram posteriormente incluídas na coletânea de textos do autor, publicada em edição póstuma, intitulada "Qual a herança da revolução russa e outros textos", Belo Horizonte: SEGRAC, 1988. Todavia, tal versão incorporou uma série de imprecisões de redação, por falha de revisão. A presente versão eletrônica, englobando as quatro partes, foi digitalizada e revisada em fev./2009 a partir de cópia mimeografada da época da publicação original. Colaboração Centro de Estudos Victor Meyer, Pery Falcón e Fernando Araújo.
23/Fev
Engels: Estágios pré-históricos de cultura, capítulo 1 da obra: A Origem da Família, da Propriedade Privada e do Estado. "...O quadro do desenvolvimento da humanidade através do estado selvagem e da barbárie, até os começos da civilização — quadro que acabo de esboçar, seguindo Morgan — já é bastante rico em traços característicos novos e, sobretudo, indiscutíveis, porquanto diretamente tirados da produção. No entanto, parecerá obscuro e incompleto se o compararmos com aquele que se há de descortinar diante de nós, ao fim de nossa viagem; só então será possível apresentar com toda a clareza a passagem da barbárie à civilização e o forte contraste entre as duas...". Colaboração Diego Grossi e Fernando Araújo.
22/Fev
Bierut: Como Superar os Desvios Direitistas e Nacionalistas na Direção do Partido, publicado em Problemas Revista Mensal de Cultura Política nº 16. Informe apresentado pelo Secretário Geral do Partido Operário Polonês à Conferência Nacional dos quadros do Partido, realizada em Varsóvia, a 6 de setembro de 1948. Colaboração Fernando Araújo.
21/Fev
Marx: § II. O valor constituído ou o valor sintético capítulo do livro Miséria da Filosofia. "...Uma vez admitida a utilidade, o trabalho é a fonte do valor. A medida do trabalho é o tempo. O valor relativo dos produtos é determinado pelo tempo de trabalho que foi preciso para produzi-los. O preço é a expressão monetária do valor relativo de um produto. Enfim, o valor constituído de um produto é simplesmente o valor que se constitui pelo tempo do trabalho nele fixado...". Colaboração Fernando Araújo.
20/Fev
Marini: Memória. "...Este texto foi escrito para atender uma exigência acadêmica da Universidade de Brasília. Sua finalidade é a de dar conta de minha vida intelectual e profissional, razão pela qual as referências de ordem pessoal ou política que nele se incluem têm o propósito de mera contextualização. Em nenhum momento, eu pensei na possibilidade de sua publicação, havendo limitado a sua circulação a pessoas para as quais ele pode, a meu ver, revestir algum interesse — essencialmente, familiares e amigos mais chegados, assim como estudantes que manifestaram especial curiosidade em relação ao meu trabalho...". Colaboração Centro de Estudos Victor Meyer, Diego Grossi e Fernando Araújo.
19/Fev
Lysenko: A Biologia Soviética. Informe apresentado numa reunião da Academia Lenin de Ciências Agrícolas da URSS realizada de 31 de julho a 7 de agosto de 1948. Colaboração Fernando Araújo.
18/Fev
Martens: Praga, 1968-1989, reflexões antes da tempestade. Capítulo 2 do livro A URSS e a Contra-Revolução de Veludo. "...Como se deve avaliar as reformas de Dubcek de 1968, à luz das reformas capitalistas que acabam hoje de afogar a Hungria e a Polónia socialistas?...". Colaboração Para a História do Socialismo e Fernando Araújo.
17/Fev
Mao: Os Reacionários Devem Ser Castigados. Discurso proferido pelo camarada Mao Tsetung num comício organizado pela população de Ien-an, em memória dos Mártires do Incidente Sangrento de Pinquiam. Colaboração Fernando Araújo.
16/Fev
Giap: Armar Solidamente e em Toda a Parte as Massas Revolucionárias: Edificar um Exército do Povo Regular e Moderno. "A luta para prosseguir a revolução socialista e a construção do socialismo no Norte, para levar a cabo a revolução nacional democrática popular no Sul e para progredir rumo à reunificação pacífica do país, passará por etapas difíceis e complexas, mas conduzirá necessariamente à vitória. «A nossa organização militar deve dar resposta não só às tarefas imediatas mas a todas as tarefas em todas as circunstâncias» para o avanço da revolução, mesmo após a derrota do imperialismo americano e dos seus lacaios...". Colaboração João Filipe Freitas e Fernando Araújo.
15/Fev
Marighella: Nossa Política, publicado em Problemas Revista Mensal de Cultura Política nº 16. "... Cada vez que se lança à greve, o proletariado tem que se chocar com o Estado, que sempre em defesa dos interesses dos patrões se joga com todo o seu peso sobre os grevistas procurando esmagá-los... Por outro lado, torna-se necessário que as grandes massas no Brasil, tendo à frente a classe operária, saibam manter a continuidade na sua luta contra a reação e pela conquista das suas mais sentidas reivindicações. É preciso também que elas elevem gradativamente o nível de suas lutas, tornando-se mais amplas e vigorosas..." Colaboração Fernando Araújo.
14/Fev
Trotsky: A União Fraternal das Repúblicas Soviéticas. Tradução do discurso, oficialmente chamado "A união fraternal das repúblicas soviéticas" (em russo, "Brátski soiuz sovétskikh respúblik") e gravado em abril de 1919, num dos raros registros da voz de Trotsky. Colaboração Erick Fishuk e Fernando Araújo.
13/Fev
Lênin: Larin e Khrustaliov. "... No primeiro número do jornal menchevique Narodnaia Gazieta (10 de abril), o camarada G. Khrustaliov publicou um excelente artigo combativo, de extraordinário interesse (do ponto de vista da fração bolchevique), sobre congresso operário. Consideramos excelente o artigo, porque com ele o menchevique Khrustaliov nos ajuda tanto — ou mais — que o menchevique Larin. Gratos a ambos igualmente, analisaremos o conteúdo de suas ideias contrapondo graficamente um ao outro...". Colaboração Fernando Araújo.
12/Fev Kalinin: Do Artigo "O Poderio do Estado Soviético". Colaboração Fernando Araújo.
11/Fev
10/Fev
Thalheimer: Doze Meses da Frente Popular. "... Quando começou a experiência de governo da Frente Popular na França, em junho de 1936, nos foi dito que ele seria completamente diferente das coalizões reformistas familiares, levadas a tão desastrosas bancarrotas como, por exemplo, na Alemanha. A diferença seria que a política da Frente Popular iria ser determinada pela classe operária, que ela "lideraria" a burguesia, enquanto nas coalizões reformistas com os partidos burgueses foi a burguesia quem liderou. Nós não pretendemos examinar a lógica sob a qual se baseia essa assertiva. Vamos verificar os fatos...". Colaboração Centro de Estudos Victor Meyer, Pery Falcón e Fernando Araújo.
09/Fev
Sachs: Caminho e Caráter da Revolução Brasileira. Escrito em 1970, quando o autor se encontrava exilado na Alemanha. Circulou no mesmo ano no Brasil entre militantes da esquerda revolucionária, em edição mimeografada providenciada pela organização Política Operária. O documento é composto por quatro partes distintas. Colaboração Centro de Estudos Victor Meyer, Pery Falcón e Fernando Araújo.
08/Fev
Stálin: Em Torno do Problema Nacional da Iugoslávia. Discurso pronunciado perante a Comissão Iugoslava do Comitê Executivo da Internacional Comunista, a 30 de março de 1925. Capítulo do livro "O Marxismo e Problema Nacional e Colonial. Colaboração Fernando Araújo.
07/Fev
Engels: A Origem da Família, da Propriedade Privada e do Estado. Iniciada a inclusão dessa obra com o Prefácio à primeira edição - 1884 e o Prefácio à quarta edição - 1891. "...As páginas seguintes vêm a ser, de certo modo, a execução de um testamento. Marx dispunha-se a expor, pessoalmente, os resultados das investigações de Morgan em relação com as conclusões da sua (até certo ponto posso dizer nossa) análise materialista da história, para esclarecer assim, e somente assim, todo o seu alcance...". Colaboração Diego Grossi e Fernando Araújo.
02/Fev
Marx: Uma Descoberta Científica: § I. — Oposição do Valor de Utilidade e do Valor de Troca capítulo do livro Miséria da Filosofia. "...O sr. Proudhon propõe-se a nos explicar, antes de tudo, a dupla natureza do valor, "a distinção no valor", o movimento que torna o valor de utilidade em valor de troca. É preciso que nos detenhamos, com o sr. Proudhon, neste ato de transsubstanciação...". Colaboração Fernando Araújo.
01/Fev
Marini: Sobre o Socialismo. "...De Sismondi à esquerda ricardiana, de Owen a Marx, de Kautsky e Hilferding a Lenin, Rosa Luxemburgo, Trotsky e Gramsci, a teoria socialista pôs a nu os fundamentos da economia capitalista e da sociedade burguesa, evidenciou sua perversidade estrutural e a expropriação do trabalho social que elas propiciam, armou ideologicamente os povos que lutaram contra isso. E foram muitos esses povos, desde os operários parisienses de 1871 e os bolcheviques russos até as massas espoliadas da China, de Cuba, do Vietnam, de Angola e da Nicaragua...". Colaboração Centro de Estudos Victor Meyer, Diego Grossi e Fernando Araújo.
31/Jan
Giap: O Papel Criador do Nosso Partido e do Nosso Povo no Armamento das Massas Revolucionárias e na Edificação do Exército do Povo. Terceiro capítulo do livro Armamento das Massas Revolucionárias. Edificação do Exército do Povo. "...Aplicando de modo criador o marxismo-leninismo às condições concretas da luta revolucionária no nosso pais, perpetuando e enriquecendo a tradição de luta gloriosa da nossa nacão contra o invasor estrangeiro, o Partido e o nosso povo levaram a um nivel superior as insurreições armadas e a guerra revolucionária e deram-lhes um conteúdo novo e uma nova quaIidade quanto aos objectivos criticos, as formas e métodos de luta e à poderosa força de ofensiva...". Colaboração João Filipe Freitas e Fernando Araújo.
30/Jan
Kalinin: Algumas Palavras Sobre a Propaganda e a Agitação. "...O marxismo é o único método acertado para compreender não só os fenômenos sociais, mas também os fenômenos da natureza. Por isso todo o esforço dirigido à compreensão dos fenômenos do universo e que seja feito do ponto de vista do marxismo-leninismo, robustece nossa consciência política bolchevique. Este trabalho não tem limites. Unicamente, é necessário que se considere o mundo com maior amplitude de vistas, que se saiba interpretar e generalizar a sua própria experiência...". Colaboração Fernando Araújo.
29/Jan
Martens: À laia de introdução A esperança a Leste?. Capítulo 1 do livro A URSS e a Contra-Revolução de Veludo. "...Para não nos perdermos numa inconsiderada fuga para a frente, para não nos enganarmos de batalha, para não nos aventurarmos na Sibéria sem bússola, tentemos resumir as lições que tomámos de 70 anos de lutas revolucionárias e de desvios oportunistas na União Soviética...". Colaboração Para a História do Socialismo e Fernando Araújo.
28/Jan
Mao: Apresentação de O Operário Chinês. "...O Operário Chinês deve converter-se numa escola para educação do operariado e formação de quadros operários; os seus leitores são os seus alunos. Há que formar entre os operários um grande número de quadros que, instruídos e capazes, não andem a cata de vãs honrarias e saibam fazer o trabalho. Sem estes, a libertação da classe operária é impossível...". Colaboração Fernando Araújo.
27/Jan
Marx: Prefácios e Nota Preliminar do livro Miséria da Filosofia. "...A presente obra foi composta no inverno de 1846-1847, época em que Marx conseguira elucidar os princípios de sua nova concepção histórica e econômica(1). O Système des contradictions économiques ou Philosophie de la misère, de Proudhon, que acabava de aparecer, deu-lhe o ensejo para desenvolver seus princípios, opondo-os às ideias do homem que, desde então, devia ocupar um lugar importante entre os socialistas franceses da época...". Colaboração Fernando Araújo.
24/Jan
Lênin: Do artigo: A Greve Política e a Luta de Rua em Moscou. "...A luta tenaz dos operários, as greves constantes, as manifestações, as insurreições parciais, todas essas batalhas e escaramuças experimentais, por assim dizer, incorporam inevitavelmente o exército à vida política e, por conseguinte, ao círculo dos problemas revolucionários. A experiência da luta educa com maior rapidez e profundidade que anos inteiros de propaganda em condições diferentes...". Colaboração Fernando Araújo.
Thalheimer: Advertência aos Revolucionários. "...Marx e Engels, desde o nascedouro da revolução, não tinham condescendência com os seus aliados da classe média ou mais baixa, que eles impulsionavam adiante através das críticas mais agudas e cheias de desprezo. Nunca se uniram a um governo burguês, nem apoiaram um único, a menos que uma chicotada seja "apoio"...". Colaboração Centro de Estudos Victor Meyer, Pery Falcón e Fernando Araújo.
23/Jan
Marini: Prólogo à A Revolução Cubana uma Reinterpretação. "...Esta obra de Vania Bambirra representa o produto de um paciente trabalho de investigação. Com a independência intelectual que a caracteriza, a autora negou-se a aceitar ideias feitas e enfoques tradicionais sobre a Revolução Cubana e, remetendo-se às fontes, procurou reinterpretar alguns aspectos fundamentais desse processo de tanto significado para os povos da América Latina. A exposição dos resultados ordena-se em torno de duas vertentes: a guerra revolucionária, em relação à qual se examina a concepção estratégica que a guiou, bem como as forças sociais que nela intervieram, e o carácter da revolução...". Colaboração Centro de Estudos Victor Meyer, Diego Grossi e Fernando Araújo.
22/Jan
Marx: Miséria da Filosofia. Iniciada a inclusão desta obra com a Introdução. "...A “Miséria da Filosofia” ocupa na obra de Marx um lugar de importância capital. Foi nesse livro que ele expôs pela primeira vez de maneira concreta, no ardor de uma polêmica, a concepção materialista da história, a sua maior contribuição para as ciências histórico-sociais. A partir do dia em que, aos 24 anos, Marx deparou o problema do socialismo, ao ter de tratar na “Gazeta Renana” de questões relativas aos socialistas franceses e aos interesses do proletariado do oeste da Alemanha em face dos proprietários rurais e da burguesia, começam a aparecer as primeiras brilhantes indicações do rumo que ia tomar o seu pensamento..." Colaboração Fernando Araújo.
21/Jan
Giap: Tradições e Experiências do Nosso Povo na Edificação das Forças Armadas. Segundo capítulo do livro Armamento das Massas Revolucionárias. Edificação do Exército do Povo. "...As teses marxistas-leninistas sobre a organização militar do proletariado são essencialmente extraídas da prática e da experiência das revoluções proletárias e das guerras nacionais da Europa na época do capitalismo e do imperialismo, bem como das da luta militar e da organização militar das classes e das nações através da história...". Colaboração João Filipe Freitas e Fernando Araújo.
Kalinin: Combatente Auxiliar do Partido Bolchevique. "...O Komsomol, e com ele toda a juventude soviética, celebra o vigésimo quinto aniversário de sua existência. O Komsomol percorreu um caminho glorioso e tem em seu haver grandes méritos históricos perante a Pátria. Nascido na luta pelo regime soviético, o Komsomol, obedecendo ao apelo do Partido, lutou heroicamente, ombro a ombro com a geração adulta, contra os guardas brancos e os intervencionistas, defendendo a jovem República Soviética...". Capítulo 18 do livro "A Educação Comunista". Colaboração Fernando Araújo.
20/Jan
Mao: Contra as Atividades Capitulacionistas. "...“Fazer a guerra é sobreviver, não fazer a guerra é perecer”, era a conclusão de todos os partidos e grupos patrióticos, bem como a de todos os patriotas do nosso país. “Fazer a guerra é perecer, não fazer a guerra é sobreviver”, era a conclusão de todos os capitulacionistas. O troar dos canhões da resistência anti-japonesa em Lucouquiao resolveu, por algum tempo, essa polémica, proclamando a justeza da primeira conclusão e o erro da segunda...". Colaboração Fernando Araújo.
Leontiev: A Teoria Leninista do Imperialismo Desenvolvida pelo Camarada Stálin. "...A teoria leninista-stalinista do imperialismo é uma das maiores realizações do marxismo militante e criador. Ela atesta claramente a grande força e a vitalidade da doutrina marxista, ciência vitoriosa, ciência das leis do desenvolvimento da sociedade humana que arma a classe operária na sua luta revolucionária pela supressão da escravidão capitalista e pela edificação de uma sociedade nova, comunista..." Publicado em Problemas - Revista Mensal de Cultura Política nº 27 - Junho de 1950. Colaboração Fernando Araújo.
19/Jan
Martens: A URSS e a Contra-Revolução de Veludo, iniciada a inclusão desta obra com o Prefácio. "...Esta obra trata das atribulações que se produziram nos domínios ideológico e político na Europa de Leste e na União Soviética no decurso dos anos 1986-1990. A degenerescência política, ocorrida a partir de 1956, desencadeou em consequência uma subversão progressiva na base económica do socialismo...". Colaboração Para a História do Socialismo e Fernando Araújo.
Sachs: Qual é a Herança da Revolução Russa. "...O que representa hoje a União Soviética para o proletariado mundial? Esta pergunta continua a preocupar as vanguardas teóricas e de luta em quase todos os países, tanto nos que já se livraram do domínio capitalista, como daqueles que ainda aspiram essa meta. As respostas variam de “socialismo” a “capitalismo de Estado”, incluindo até mesmo “potência imperialista igual às outras”. Mas aí se trata de definições de extremos. Entre elas há uma série de nuances...". Colaboração Centro de Estudos Victor Meyer, Pery Falcón e Fernando Araújo.
04/Jan
03/Jan
Thalheimer: Linhas e Conceitos Básicos da Política Internacional Após à II Guerra Mundial. "... As particularidades da atualidade foram abstraídas intencionalmente. Trata-se aqui somente de mostrar, em poucas palavras, as linhas principais da política internacional após a II Guerra Mundial e de discutir alguns dos conceitos básicos daí decorrentes. Além disso, aqui não se trata de desejos, intenções ou planos, mas sim, de uma análise e de um resumo dos fatos e das forças motrizes pertinentes...". Colaboração Centro de Estudos Victor Meyer, Sérgio Antão Paiva e Fernando Araújo.
02/Jan
Stálin: Sobre o Projeto da Constituição da União das Repúblicas Socialistas Soviéticas. Do informe pronunciado perante o VIII Congresso Extraordinário dos Sovietes da União, a 25 de novembro de 1936. Capítulo do livro "O Marxismo e Problema Nacional e Colonial. Colaboração Fernando Araújo.
01/Jan
Marini: Brasil: da Ditadura à Democracia, 1964-1990. "...No curso da década de 1970, a América Latina foi palco do desenvolvimento de tendências contraditórias, que implicaram a extensão e o aprofundamento das ditaduras militares, que haviam feito sua aparição na década anterior, ao mesmo tempo que impulsionaram os primeiros passos desses regimes no sentido do restabelecimento da democracia e do Estado de direito, o que se tornará efetivo nos anos 80...". Colaboração Centro de Estudos Victor Meyer, Diego Grossi e Fernando Araújo.
Janeiro a Dezembro de 2012
Julho a Dezembro 2011 - (199 documentos)
Janeiro a Junho de 2011 - (230 documentos)
Janeiro a Dezembro de 2010 - (375 documentos)
Janeiro a Dezembro de 2009 - (862 documentos)
Janeiro a Dezembro de 2008 - (261 documentos)
Janeiro a Dezembro de 2007 - (190 documentos)
Janeiro a Dezembro de 2006 - (103 documentos)
Outubro de 1999 a Dezembro de 2005 - (137 documentos)

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